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Deixa Rolar




Vou iniciar esse post desejando um FELIZ ANIVERSÁRIO para a minha mamãe querida! Que Deus te proteja muito, mãe... Te amo demais e desejo toda a felicidade, paz, amor e saúde para você! Beijos...

Minha mãe é maravilhosa, assim como meu pai, minha irmã e o resto da minha família. Sou uma pessoa muito abençoada por tê-los e nunca me canso de agradecer essa dádiva. Eles merecem... ~_^

Acabei de receber de uma amiga minha, a tabela de deuses e deusas egípcios, correspondentes à data de nascimento. Sempre fui fascinada pela mitologia egípcia e logo fui ver qual era o meu correspondente. Me deparei com Hator e, como faz tempo que fiz a minha pesquisa sobre Egito antigo, resolvi procurar no Google alguma definição da minha deusa. Encontrie num site muito bom chamado Tenda Árabe e resolvi colocar aqui porque me identifiquei com TUDO o que estava escrito. Muito legal...


"Hátor, a deusa da alegria (de 16/11 a 15/12)
Seus domínios são a arte, a beleza, a dança e a música, bem como as viagens e os conhecimentos elevados. Protege os corações apaixonados e concede fertilidade às mulheres.
É retratada como uma mulher formosa, mas em sua cabeça existe um par de chifres, símbolo da porção animal que há em cada ser humano. Dentre os chifres está o disco solar, que representa a porção divina de cada um.
As pessoas nascidas sob o signo de Hátor são generosas, sensuais, exuberantes, sinceras e encantadoras. Possuem muita vitalidade e perseguem seus sonhos com garra e idealismo. Às vezes, pecam pelo exagero e pela excessiva boa-fé - por isso, aliás, são alvo constante dos aproveitadores, e precisam ficar atentas para não se deixarem enganar ou explorar.
Quando enfrentam dificuldades, podem ficar mal-humoradas e descarregar sua irritação em cima de quem estiver mais próximo. Por isso, conviver com elas não é exatamente fácil!
Os nativos de Hátor encontram a felicidade quando colhem os frutos de seus esforços profissionais, quando sentem que o seu amor ou sua amizade são correspondidos e quando fazem algo belo e grandioso, de que possam se orgulhar."

(Texto retirado do site Tenda Árabe)

Para quem quiser saber qual é o deus ou deusa do seu signo, lá vai a tabela:

Deusa Bastet -------------16 de Janeiro a 15 de Fevereiro
Deusa Tauret -------------16 de Fevereiro a 15 de Março
Deusa Sekhmet ----------16 de Março a 15 de Abril
Deus Ptah ------------------16 de Abril a 15 de Maio
Deus Thoth ----------------16 de Maio a 15 de Junho
Deusa Ìsis ------------------16 de Junho a 15 de Julho
Deus Rá --------------------16 de Julho a 15 de Agosto
Deusa Neit ----------------16 de Agosto a 15 de Setembro
Deusa Maat ---------------16 de Setembro a 15 de Outubro
Deus Osíris ----------------16 de Outubro a 15 de Novembro
Deusa Hator --------------16 de Novembro a 15 de Dezembro
Deus Anúbis --------------16 de Dezembro a 15 de Janeiro



Beijos para todos, queridos amigos. Obrigada pela visita de vocês e pelo carinho. Assim que puder retribuirei, podem ter certeza! Muita paz, luz e harmonia em seus caminhos. Sucesso e sorte no que estiverem fazendo. Escrito por Hariel D. Noone às 16h28
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Olá, pessoal!

Meus dias estão passando tão rápido e tenho tanto trabalho que ás vezes me sinto meio arrastada pelo inevitável fluxo da vida. É algo prazeroso (porque adoro o que eu faço) e ao mesmo tempo assustador, quando paramos para nos aperceber de que formosa, mas em sua cabeça existe um par de chifres, símbolo da porção animal que há em cada ser humano. Dentre os chifres está o disco solar, que representa a porção divina de cada um.
As pessoas nascidas sob o signo de Hátor são generosas, sensuais, exuberantes, sinceras e encantadoras. Possuem muita vitalidade e perseguem seus sonhos com garra e idealismo. Às vezes, pecam pelo exagero e pela excessiva boa-fé - por isso, aliás, são alvo constante dos aproveitadores, e precisam ficar atentas para não se deixarem enganar ou explorar.
Quando enfrentam dificuldades, podem ficar mal-humoradas e descarregar sua irritação em cima de quem estiver mais próximo. Por isso, conviver com elas não é exatamente fácil!
Os nativos de Hátor encontram a felicidade quando colhem os frutos de seus esforços profissionais, quando sentem que o seu amor ou sua amizade são correspondidos e quando fazem algo belo e grandioso, de que possam se orgulhar."
(Texto retirado do site Tenda Árabe)

Para quem quiser saber qual é o deus ou deusa do seu signo, já não temos tanto tempo. Penso nisso de vez em quando... Mas não dura muito.

Resolvi fazer outro tipo de exercício, dentro d'água. Vou começar a Hidroginástica assim que retornar do Rio de Janeiro. Nada demais, apenas sinto falta de fazer algo desse tipo e, como detesto academia e ginástica, optei por essas aulas porque causam menos danos ao organismo. Já fiz ginástica por tempo suficiente para me danar os joelhos, então... Estou muito animada!

Além disso, vou ao cinema ver "Sin City" amanhã. Dizem que o filme é bárbaro, mas preciso comprovar com meus próprios olhos. Cinema é algo que eu realmente adoro, muito mais do que teatro. Só perde para Leitura, se bem que não tenho lido tanto quanto gostaria, por falta de dinheiro para adquirir os livros que desejo de ler, e por falta de tempo disponível para me dedicar à leitura. Lamentável, não é verdade? Mas estou em vista de ler um novo livro que deve chegar para mim nos próximos dias. Assim que tiver uma opinião, coloco aqui para vocês, ok?

Bom, acho que é isso. Deixo de presente algo que escrevi numa das minhas tentativas frustradas de criar poético. Não tenho dom para poesia, como todos já sabem. Porém não seria uma escritora de fato se não tentasse, ao menos de vez em quando, arriscar outras fronteiras que não a minha segura e conhecida prosa.

Muita luz, paz e harmonia em seus caminhos. Sucesso e sorte no que estiverem fazendo.

Liberdade é escalar as nuances do vento;
Alcançar o cume das nuvens;
Lançar o olhar dourado de infinito para o mundo,
Lá em baixo,
E finalmente perceber a grandiosidade
Desse vasto universo que existem em nós.

))§((

Escrito por Hariel D. Noone às 10h52
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Amigos... Fui conferir ontem o longa metragem de animação do incomparável Hayao Miyazaki, O Castelo Animado(Hauru no ugoku shiro). Tudo o que tenho a dizer é que nenhum filme havia me marcado tanto desde o polêmico A Vila! Saí do cinema, pela primeira vez em muito tempo, com aquela sensação de alma lavada, convencida de que valera a pena cada centavo da minha entrada e que, com absoluta certeza, eu teria pago até mais para ter a oportunidade de assistir um espetáculo como aquele.

Nem saberia por onde começar, então vou colocar aqui um resumo padrão, que peguei no site Omelete. A partir dele, colocarei minhas impressões pessoais sobre o filme.

O CASTELO ANIMADO



"Conhecido pelas personagens femininas fortes - apesar de jovens -, fascinantes criaturas e belíssimos cenários surrealistas, Miyazaki coloca um novo e relevante elemento em O castelo animado: um manifesto contra a guerra. A industrialização desenfreada já havia sido duramente combatida no ecológico Princesa Mononoke, mas agora o cineasta japonês aponta seus holofotes criativos aos conflitos mundiais.
A crítica é realizada com o bom-humor habitual, mas com um visão um tanto mais sombria que sua produção passada, graças à seriedade do tema. Guerras em larga escala entre feiticeiros e impressionantes máquinas de destruição desfilam pela telona, mas há espaço também para o alívio cômico - seja ele um cãozinho asmático ou um garotinho disfarçado de ancião. Miyazaki faz pensar, mas também dá espaço ao sorriso.
Como se o roteiro inteligente não fosse suficiente, a produção dá também um tapa na cara de quem acredita que a animação tradicional está morta e enterrada. A computação gráfica é utilizada apenas para as cenas que seriam caras demais para serem animadas da maneira convencional, mas o grosso do filme é mesmo desenhado manualmente (e boa parte dela pelo diretor japonês de 64 anos!).
A idéia básica do filme trata de um feiticeiro errante, Howl, e sua rebeldia em deixar-se arrastar para a guerra. Mas entrelaçadas aí estão as histórias de uma jovem vítima de um feitiço de envelhecimento, a rivalidade entre duas bruxas e o destino de um pequeno, mas poderoso, demônio do fogo, Calcifer. Miyazaki desenvolve com habilidade cada um desses personagens e nos mostra todas as suas facetas, revelando corações e almas como poucos filmes - animados ou não - conseguem. Sob a batuta desse mestre a animação japonesa encontra outra vez o realismo fantástico e o surrealismo. Eventos decisivos na Segunda Guerra Mundial, como os bombardeios a Londres e Pearl Harbor, ocorrem num mundo em que Howl se esconde em um castelo com pés de galinha, por exemplo. É justamente esse poder narrativo que seduz o espectador, desejoso de conhecer as sutilezas e motivações de todos.
A história é adaptada do romance de fantasia da escritora britânica Diana Wynne Jones e foi um avassalador sucesso no Japão, onde as obras do diretor são reverenciadas e não param de se superar. Nos Estados Unidos fez apenas uma fração do que o mais estúpido dos desenhos animados costuma gerar. Algo lamentável, se considerarmos que as crianças que mais precisavam ter lições sobre humanidade e entendimento são justamente as que menos se interessam por elas. Mas é algo até fácil de ser entendido, já que mercadologicamente O castelo animado foi considerado inteligente demais para o grande público estadunidense já que, como na vida, ele não traz distinção clara entre o Bem e o Mal, entre outros aspectos que exigem atenção."
(Resenha retirada do site Omelete, com objetivo de divulgação).


Sophie e Calcifer



Acredito que, depois desse panorama, não precisaria dizer mais nada porque, a grande verdade é que o autor dessa resenha conseguiu alcançar a essência do trabalho de Miyazaki, que há décadas vem encantando crianças e adultos com suas obras inigualáveis e recebendo pouquíssimo reconhecimento por ele fora do Japão, realidade que só mudou depois que os Estúdios Disney adquiriram os direitos de comercialização dos longas. De qualquer forma, isso nem importa quando estamos sentados diante das telas, transportados para um mundo de fantasia e que, ao mesmo tempo retrata sutilmente a nossa realidade atual. A única ressalva que faço é quanto à questão da Guerra. De fato, o feiticeiro Howl tem uma batalha pessoal para com a violência gratuita e há um protesto flagrado contra a Guerra e todas as suas motivações (um traço característico das obras de Miyazaki). Contudo, existe também u forte questionamento que é levantado em metáforas ao longo de desenho, que está relacionado com a questão da idade e beleza, conceitos já distorcidos na sociedade como um todo. Sophie, a nossa forte e cativante protagonista, no auge de seus 18 anos, decide que passará a vida inteira fechada numa chapelaria, como eu pai, trabalhando enquanto a vida passa lá fora. Tão jovem, ela opta por viver como uma pessoa idosa e sem perspectivas. Apenas depois de ser enfeitiçada, quando ela de fato passa a sentir o que significa o peso da idade, Sophie se liberta e se permite viver, em todos os aspectos. Ela passa a ousar mais (uma vez que não tem nenhuma perspectiva diante do feitiço), se permite viver um grande amor (o que havia descartado antes) e percebe que a vida é, na verdade, um estado de espírito; que a idade é na maioria das vezes, aquilo que nos impomos.


Tomada de cima do Castelo Flutuante de Howl



Sem sombra de dúvidas, esse é o melhor longa do Miyazaki. Sophie é a melhor personagem feminina que ele já criou, em toda a sua carreira porque, além dos traços de força interior que caracteriza todas as heroínas femininas de suas obras, Sophie cativa e conquista o espectador com sua doçura, algo que não identifiquei com tamanha força em nenhum outro longa antes (mesmo Mimiwo Sumaseba). Por outro lado, Howl é, de longe, o melhor personagem masculino que Miyazaki já criou pois, ao contrário da maioria dos outros, mostra-se frágil e ao mesmo tempo crente no amor... Valores familiares também são abordados de maneira mais sutil e o final não poderia ser nada além de perfeito.

Então, meus caros amigos... Se você gosta de animação, recomendo que assistam O castelo animado e que se permita envolver pela magia encantadora e fascinante desse mestre de sonhos. Se você não gosta de animação e acha que desenho é coisa de criança, assista mesmo assim porque vale a pena. Pode levar o seu irmãozinho, sobrinho, cunhadinho, vizinho, ou qualquer outro inho! Acredite... Ninguém vai reparar que você é um adulto que precisa sonhar de vez em quando.

Beijos e tenham um lindo dia! Escrito por Hariel D. Noone às 08h12
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Olá, pessoal! Deveria ter atualizado o blog faz tempo, principalmente porque, na sexta-feira passada, fui assistir A fantástica fábrica de chocolate e queria contar como foi. Gente... O filme é simplesmente maravilhoso! Fiquei encantada com o tom da história - que varia do humor, à emoção, passando por uma pequena e (quase) inofensiva dose de sadismo - em grande parte atribuída ao personagem Willy Wonka, interpretado com maestria e brilhantismo por Johnny Deep.

Aliás, sou fã fervorosa do Johnny! Sem sombra de dúvidas, ele é um dos melhores atores que tivemos no meio cinematográfico nos últimos anos. Escolhe seus papéis com desafio e sempre dá um show á parte no quesito interpretação. Dessa vez, o elenco inteiro parece ter sido escolhido com muito cuidado porque Tim Burton também não é um diretor qualquer. Sou fã dele também (deu para perceber que eu estava bem ontem, né?).

Valeu cada centavo, e muito. Ainda mais porque, além dque há décadas vem encantando crianças e adultos com suas obras inigualáveis e recebendo pouquíssimo reconhecimento por ele fora do Japão, realidade que só mudou depois que os Estúdios Disney adquiriram os direitos de comercialização dos longas. De qualquer forma, isso nem importa quando estamos sentados diante das telas, transportados para um mundo de fantasia e que, ao mesmo tempo retrata sutilmente a nossa realidade atual. A única ressalva que faço é quanto à questão da Guerra. De fato, o feiticeiro Howl tem uma batalha pessoal para com a violência gratuita e há um protesto flagrado contra a Guerra e todas as suas motivações (um traço característico das obras de Miyazaki). Contudo, existe também u forte questionamento que é levantado em metáforas ao longo de desenho, que está relacionado com a questão da idade e beleza, conceitos já distorcidos na sociedade como um todo. Sophie, a nossa forte e cativante protagonista, no auge de seus 18 anos, decide que passará a vida inteira fechada numa chapelaria, como eu pai, trabalhando enquanto a vida passa lá fora. Tão jovem, ela opta por viver como uma pessoa idosa e sem perspectivas. Apenas depois de ser enfeitiçada, quando ela de fato passa a sentir o que significa o peso da idade, Sophie se liberta e se permite viver, em todos os aspectos. Ela passa a ousar mais (uma vez que não tem nenhuma perspectiva diante do feitiço), se permite viver um grande amor (o que havia descartado antes) e percebe que a vida é, na verdade, um estado de espírito; que a idade é na maioria das vezes, aquilo que nos impomos.


Tomada de cima do Castelo Flutuante de Howl



Sem sombra de dúvidas, esse é o melhor longa do Miyazaki. Sophie é a melhor personagem feminina que ele já criou, em toda a sua carreira porque, além dos traços de força interior que caracteriza todas as heroínas femininas de suas obras, Sophie cativa e conquista o espectador com sua doçura, algo que não identifiquei com tamanha força em nenhum outro longa antes (mesmo Mimiwo Sumaseba). Por outro lado, Howl é,esse espetáculo aos sentidos, ficou a mensagem da história, que resgata os valores familiares, tão esquecidos nos dias de hoje.

Mas minha jornada cinematográfica não pára por aí. Hoje de noite vou lá no Bistrol, na Avenida Paulista, assistir Castelo animado, mais uma obra prima do Miyazaki... E o audio é original, ou seja, em Japonês! Estou subindo pelas paredes de felicidade porque todo mundo sabe que sou fã de animação japonesa... Ai, mal posso esperar.

Amanhã voltarei SEM FALTA para dar um resumo do filme e a minha opinião, para quem estiver interessado em conferir.

Deixo aqui um grande abraço e o desejo de que o dia de vocês seja maravilhoso, tão promissor e feliz quando o meu dá mostras de o ser! Beijos no coração! Escrito por Hariel D. Noone às 08h39
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Olá, amigos queridos!

Queria agradecer as visitas e desejos de melhoras! Vocês são muito queridos... Quero aproveitar para mandar um beijo especial para a amiga Drika, que veio me ver quase todos os dias... :D E para a minha querida amiga Dani-Bentevi, que também não me deixou desanimar. Vocês são duas fofas muito lindas! Beijos no coração!

De resto, estou realmente bem melhor (graças a Deus, já não era sem tempo!) e, como que para me presentear, consegui, depois de brigar um/>
Aliás, sou fã fervorosa do Johnny! Sem sombra de dúvidas, ele é um dos melhores atores que tivemos no meio cinematográfico nos últimos anos. Escolhe seus papéis com desafio e sempre dá um show á parte no quesito interpretação. Dessa vez, o elenco inteiro parece ter sido escolhido com muito cuidado porque Tim Burton também não é um diretor qualquer. Sou fã dele também (deu para perceber que eu estava bem ontem, né?).

Valeu cada centavo, e muito. Ainda mais porque, além dque há décadas vem encantando crianças e adultos com suas obras inigualáveis e recebendo pouquíssimo reconhecimento por ele fora do Japão, realidade que só mudou depois que os Estúdios Disney adquiriram os direitos de comercialização dos longas. De qualquer forma, isso nem importa quando estamos sentados diante das telas, transportados para um mundo de fantasia e que, ao mesmo tempo retrata sutilmente a nossa realidade atual. A única ressalva que faço é quanto à questão da Guerra. De fato, o feiticeiro Howl tem uma batalha pessoal para com a violência gratuita e há um protesto flagrado contra a Guerra e todas as suas motivações (um traço característico das obras de Miyazaki). Contudo, existe também u forte questionamento que é levantado em metáforas ao longo de desenho, que está relacionado com a questão da idade e beleza, conceitos já distorcidos na sociedade como um todo. Sophie, a nossa forte e cativante protagonista, no auge de seus 18 anos, decide que passará a vida inteira fechada numa chapelaria, como eu pai, trabalhando enquanto a vida passa lá fora. Tão jovem, ela opta por viver como uma pessoa idosa e sem perspectivas. Apenas depois de ser enfeitiçada, quando ela de fato passa a sentir o que significa o peso da idade, Sophie se liberta e se permite viver, em todos os aspectos. Ela passa a ousar mais (uma vez que não tem nenhuma perspectiva diante do feitiço), se permite viver um grande amor (o que havia descartado antes) e percebe que a vida é, na verdade, um estado de espírito; que a idade é na maioria das vezes, aquilo que nos impomos.


Tomada de cima do Castelo Flutuante de Howl



Sem sombra de dúvidas, esse é o melhor longa do Miyazaki. Sophie é a melhor personagem feminina que ele já criou, em toda a sua carreira porque, além dos traços de força interior que caracteriza todas as heroínas femininas de suas obras, Sophie cativa e conquista o espectador com sua doçura, algo que não identifiquei com tamanha força em nenhum outro longa antes (mesmo Mimiwo Sumaseba). Por outro lado, Howl é, pouco com o meu livro, deslanchar na escrita como nunca até então! Nem o primeiro volume de Noite Eterna fluiu tão naturalmente. Estou produzindo como nunca, certa de 12 páginas por dia, o que, para essa história, acreditem, é bastante!). em breve estarei terminando já o capítulo 4. Então, agora estou menos preocupada com o meu prazo. Mantendo esse ritmo, conseguirei cumprir direitinho.

Agora, dois avisos bem legais:

1- A minha coluna Entrelinhas, na Revista Fato, foi atualizada ontem e convido todos vocês a visitarem à página e lerem o que essa sua amiga aqui andou escrevendo! Será um grande prazer tê-los comigo lá. ;)

2- Atualizei o Deixa Rolar com três links fantásticos:
Em Sempre me Visitam, vocês poderão conhecer o Blog pessoal da Chris, uma amiga violoncelista! Para conhecerem um pouco mais sobre ela e sua arte, basta a cessar Toute Petite.
Em Literatura em Blog, encontrarão o Flog da minha amiga Dani-Bentevi. Imagino que vocês devam estar pensando que, agora, vou começar a divulgar Flogs dos outros. Não é nada disso. A Dani fez um Flog LINDO, no qual posta poemas, a maioria originais, e imagens lindíssimas junto com eles. A harmonia entre imagem e texto torna o Flog imperdível, além de que a Dani cr/>
Aliás, sou fã fervorosa do Johnny! Sem sombra de dúvidas, ele é um dos melhores atores que tivemos no meio cinematográfico nos últimos anos. Escolhe seus papéis com desafio e sempre dá um show á parte no quesito interpretação. Dessa vez, o elenco inteiro parece ter sido escolhido com muito cuidado porque Tim Burton também não é um diretor qualquer. Sou fã dele também (deu para perceber que eu estava bem ontem, né?).

Valeu cada centavo, e muito. Ainda mais porque, além dque há décadas vem encantando crianças e adultos com suas obras inigualáveis e recebendo pouquíssimo reconhecimento por ele fora do Japão, realidade que só mudou depois que os Estúdios Disney adquiriram os direitos de comercialização dos longas. De qualquer forma, isso nem importa quando estamos sentados diante das telas, transportados para um mundo de fantasia e que, ao mesmo tempo retrata sutilmente a nossa realidade atual. A única ressalva que faço é quanto à questão da Guerra. De fato, o feiticeiro Howl tem uma batalha pessoal para com a violência gratuita e há um protesto flagrado contra a Guerra e todas as suas motivações (um traço característico das obras de Miyazaki). Contudo, existe também u forte questionamento que é levantado em metáforas ao longo de desenho, que está relacionado com a questão da idade e beleza, conceitos já distorcidos na sociedade como um todo. Sophie, a nossa forte e cativante protagonista, no auge de seus 18 anos, decide que passará a vida inteira fechada numa chapelaria, como eu pai, trabalhando enquanto a vida passa lá fora. Tão jovem, ela opta por viver como uma pessoa idosa e sem perspectivas. Apenas depois de ser enfeitiçada, quando ela de fato passa a sentir o que significa o peso da idade, Sophie se liberta e se permite viver, em todos os aspectos. Ela passa a ousar mais (uma vez que não tem nenhuma perspectiva diante do feitiço), se permite viver um grande amor (o que havia descartado antes) e percebe que a vida é, na verdade, um estado de espírito; que a idade é na maioria das vezes, aquilo que nos impomos.


Tomada de cima do Castelo Flutuante de Howl



Sem sombra de dúvidas, esse é o melhor longa do Miyazaki. Sophie é a melhor personagem feminina que ele já criou, em toda a sua carreira porque, além dos traços de força interior que caracteriza todas as heroínas femininas de suas obras, Sophie cativa e conquista o espectador com sua doçura, algo que não identifiquei com tamanha força em nenhum outro longa antes (mesmo Mimiwo Sumaseba). Por outro lado, Howl é,ia poemas como ninguém. Adoro o que ela escreve... Para que quiser passar lá e conferir, basta acessar Danielle Wirtz e se preparar para leitura de qualidade.
O outro link atualizado é o Cores Humanas, do meu colega Mauro Cassane, autor também de "Tão Longe tão Perto" (Blog que vocês podem encontrar na mesma sessão), destinado apenas a poemas de amor. O objetivo desse novo Blog foi, acredito eu, criar um espaço para os textos de outras temáticas e, pasmem, é simplesmente bárbaro! Além de escrever muito bem, a atmosfera das crônicas envolve o leitor. Gostei muito, me trouxe grande inquietação e, com certeza, voltarei lá muitas e muitas vezes. Vale a pena conferir também, principalmente se você gosta de crônicas realistas.

De resto, queria mandar um beijo mais do que especial, um beijo único para a minha querida e Amanda amiga Yumi, que ainda permanece (para o nosso desagrado) do outro lado do mundo, na terra do sol nascente! "Saudações Marcianas" para você, amiga! Mal podemos esperar pelo dia de nos reencontrarmos outra vez, que será em breve muito breve...

Infelizmente, preciso ir agora porque meu texto me espera e mal consigo conter a vontade de escrever. Bom isso não é verdade? Isso de a gente ser apaixonado pelo que faz. Sorte minha que ainda />
Aliás, sou fã fervorosa do Johnny! Sem sombra de dúvidas, ele é um dos melhores atores que tivemos no meio cinematográfico nos últimos anos. Escolhe seus papéis com desafio e sempre dá um show á parte no quesito interpretação. Dessa vez, o elenco inteiro parece ter sido escolhido com muito cuidado porque Tim Burton também não é um diretor qualquer. Sou fã dele também (deu para perceber que eu estava bem ontem, né?).

Valeu cada centavo, e muito. Ainda mais porque, além dque há décadas vem encantando crianças e adultos com suas obras inigualáveis e recebendo pouquíssimo reconhecimento por ele fora do Japão, realidade que só mudou depois que os Estúdios Disney adquiriram os direitos de comercialização dos longas. De qualquer forma, isso nem importa quando estamos sentados diante das telas, transportados para um mundo de fantasia e que, ao mesmo tempo retrata sutilmente a nossa realidade atual. A única ressalva que faço é quanto à questão da Guerra. De fato, o feiticeiro Howl tem uma batalha pessoal para com a violência gratuita e há um protesto flagrado contra a Guerra e todas as suas motivações (um traço característico das obras de Miyazaki). Contudo, existe também u forte questionamento que é levantado em metáforas ao longo de desenho, que está relacionado com a questão da idade e beleza, conceitos já distorcidos na sociedade como um todo. Sophie, a nossa forte e cativante protagonista, no auge de seus 18 anos, decide que passará a vida inteira fechada numa chapelaria, como eu pai, trabalhando enquanto a vida passa lá fora. Tão jovem, ela opta por viver como uma pessoa idosa e sem perspectivas. Apenas depois de ser enfeitiçada, quando ela de fato passa a sentir o que significa o peso da idade, Sophie se liberta e se permite viver, em todos os aspectos. Ela passa a ousar mais (uma vez que não tem nenhuma perspectiva diante do feitiço), se permite viver um grande amor (o que havia descartado antes) e percebe que a vida é, na verdade, um estado de espírito; que a idade é na maioria das vezes, aquilo que nos impomos.


Tomada de cima do Castelo Flutuante de Howl



Sem sombra de dúvidas, esse é o melhor longa do Miyazaki. Sophie é a melhor personagem feminina que ele já criou, em toda a sua carreira porque, além dos traços de força interior que caracteriza todas as heroínas femininas de suas obras, Sophie cativa e conquista o espectador com sua doçura, algo que não identifiquei com tamanha força em nenhum outro longa antes (mesmo Mimiwo Sumaseba). Por outro lado, Howl é,não entrou nenhuma revisão para eu fazer porque estou curtindo, e muito, esse período de abundância de inspiração! Por outro lado, espero que entre revisões para eu ganhar um dinheirinho extra, né? :P
Beijos para todos e tenham um lindo final de semana! Agora a gente só se fala, provavelmente, na segunda-feira! Mas, quem quiser, pode me mandar um e-mail porque, apesar de eu demorar um pouco para responder, nunca deixo os amigos sem resposta!

Muita paz, luz e harmonia em seus caminhos. Sucesso e sorte no que estiverem fazendo!

"Aquele que conhece os outros é sábio.
Aquele que conhece a si mesmo é iluminado.
Aquele que vence os outros é forte.
Aquele que vence a si mesmo é poderoso.
Aquele que conhece a alegria é rico.
Aquele que conserva seu caminho tem vontade.

Seja humilde, e permanecerás íntegro.
Curva-te, e permanecerás ereto.
Esvazia-te e permanecerás repleto.
Gasta-te, e permanecerás novo.

O sábio não se exibe, e por isso brilha.
Ele não se faz notar, e por isso é notado.
Ele não se elogia, e por isso tem mérito.
E, porque não está competindo,
ninguém no mundo pode competir com ele."

(Tao Te King)

Escrito por Hariel D. Noone às 11h35
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Quer/>
Aliás, sou fã fervorosa do Johnny! Sem sombra de dúvidas, ele é um dos melhores atores que tivemos no meio cinematográfico nos últimos anos. Escolhe seus papéis com desafio e sempre dá um show á parte no quesito interpretação. Dessa vez, o elenco inteiro parece ter sido escolhido com muito cuidado porque Tim Burton também não é um diretor qualquer. Sou fã dele também (deu para perceber que eu estava bem ontem, né?).

Valeu cada centavo, e muito. Ainda mais porque, além dque há décadas vem encantando crianças e adultos com suas obras inigualáveis e recebendo pouquíssimo reconhecimento por ele fora do Japão, realidade que só mudou depois que os Estúdios Disney adquiriram os direitos de comercialização dos longas. De qualquer forma, isso nem importa quando estamos sentados diante das telas, transportados para um mundo de fantasia e que, ao mesmo tempo retrata sutilmente a nossa realidade atual. A única ressalva que faço é quanto à questão da Guerra. De fato, o feiticeiro Howl tem uma batalha pessoal para com a violência gratuita e há um protesto flagrado contra a Guerra e todas as suas motivações (um traço característico das obras de Miyazaki). Contudo, existe também u forte questionamento que é levantado em metáforas ao longo de desenho, que está relacionado com a questão da idade e beleza, conceitos já distorcidos na sociedade como um todo. Sophie, a nossa forte e cativante protagonista, no auge de seus 18 anos, decide que passará a vida inteira fechada numa chapelaria, como eu pai, trabalhando enquanto a vida passa lá fora. Tão jovem, ela opta por viver como uma pessoa idosa e sem perspectivas. Apenas depois de ser enfeitiçada, quando ela de fato passa a sentir o que significa o peso da idade, Sophie se liberta e se permite viver, em todos os aspectos. Ela passa a ousar mais (uma vez que não tem nenhuma perspectiva diante do feitiço), se permite viver um grande amor (o que havia descartado antes) e percebe que a vida é, na verdade, um estado de espírito; que a idade é na maioria das vezes, aquilo que nos impomos.


Tomada de cima do Castelo Flutuante de Howl



Sem sombra de dúvidas, esse é o melhor longa do Miyazaki. Sophie é a melhor personagem feminina que ele já criou, em toda a sua carreira porque, além dos traços de força interior que caracteriza todas as heroínas femininas de suas obras, Sophie cativa e conquista o espectador com sua doçura, algo que não identifiquei com tamanha força em nenhum outro longa antes (mesmo Mimiwo Sumaseba). Por outro lado, Howl é,idos amigos;

Estou realmente enrolada esses dias, pois, além de estar enfrentando uma recaída da minha gripe, estou correndo atrás do prejuízo e desafiando o tempo para cumprir meus prazos de trabalho.

Queria agradecer de coração a todos que vêm aqui me visitar e prometo que em breve, tão logo passar esse resfriado, retribuirei as visitas de vocês.

Grandes beijos, repletos de carinho.

"A vida de todo ser humano é um caminho em direção a si mesmo, a tentativa de um caminho, o seguir de um simples rastro.
Homem algum chegou a ser completamente ele mesmo; mas todos aspiram a sê-lo, obscuramente alguns, outros mais claramente, cada qual como pode. Todos levam consigo, até o fim, viscosidade e cascas de ovo de um mundo primitivo.
Há os que não chegam jamais a ser homens, e continuam sendo rãs, esquilos ou formigas. Outros são homens da cintura para cima e peixes da cintura para baixo.
Mas cada um deles é um impulso em direção ao ser."

(Hermann Hesse)

Escrito por Hariel D. Noone às 11h45
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Olá, amigos! Passei aqui bem rapidinho para desejar um lindo dia para vocês e para dizer que atualizei (depois de longo e tenebroso inverno) os links referentes às listas "Sempre me Visitam" e "Literatura em Blo/>
Aliás, sou fã fervorosa do Johnny! Sem sombra de dúvidas, ele é um dos melhores atores que tivemos no meio cinematográfico nos últimos anos. Escolhe seus papéis com desafio e sempre dá um show á parte no quesito interpretação. Dessa vez, o elenco inteiro parece ter sido escolhido com muito cuidado porque Tim Burton também não é um diretor qualquer. Sou fã dele também (deu para perceber que eu estava bem ontem, né?).

Valeu cada centavo, e muito. Ainda mais porque, além dque há décadas vem encantando crianças e adultos com suas obras inigualáveis e recebendo pouquíssimo reconhecimento por ele fora do Japão, realidade que só mudou depois que os Estúdios Disney adquiriram os direitos de comercialização dos longas. De qualquer forma, isso nem importa quando estamos sentados diante das telas, transportados para um mundo de fantasia e que, ao mesmo tempo retrata sutilmente a nossa realidade atual. A única ressalva que faço é quanto à questão da Guerra. De fato, o feiticeiro Howl tem uma batalha pessoal para com a violência gratuita e há um protesto flagrado contra a Guerra e todas as suas motivações (um traço característico das obras de Miyazaki). Contudo, existe também u forte questionamento que é levantado em metáforas ao longo de desenho, que está relacionado com a questão da idade e beleza, conceitos já distorcidos na sociedade como um todo. Sophie, a nossa forte e cativante protagonista, no auge de seus 18 anos, decide que passará a vida inteira fechada numa chapelaria, como eu pai, trabalhando enquanto a vida passa lá fora. Tão jovem, ela opta por viver como uma pessoa idosa e sem perspectivas. Apenas depois de ser enfeitiçada, quando ela de fato passa a sentir o que significa o peso da idade, Sophie se liberta e se permite viver, em todos os aspectos. Ela passa a ousar mais (uma vez que não tem nenhuma perspectiva diante do feitiço), se permite viver um grande amor (o que havia descartado antes) e percebe que a vida é, na verdade, um estado de espírito; que a idade é na maioria das vezes, aquilo que nos impomos.


Tomada de cima do Castelo Flutuante de Howl



Sem sombra de dúvidas, esse é o melhor longa do Miyazaki. Sophie é a melhor personagem feminina que ele já criou, em toda a sua carreira porque, além dos traços de força interior que caracteriza todas as heroínas femininas de suas obras, Sophie cativa e conquista o espectador com sua doçura, algo que não identifiquei com tamanha força em nenhum outro longa antes (mesmo Mimiwo Sumaseba). Por outro lado, Howl é,g".


Além de novas e excelentes leituras, em "Sempre me Visitam" dou destaque para o Blog da minha querida amiga Chris, o Pólen e Poesia, que trás poesias belíssimas. Confiram porque é simplesmente imperdível.

De "Literatura em Blog", dou destaque para o Expressões Digitais, um Blog que possui textos incríveis e inova porque pertence a vários autores. Cada um posta num determinado dia da semana e ainda deixam um dos dias livre para convidados. Por conta disso, há variedade de sobra, tanto de temática quanto de estilo. Recomendo... Passem lá porque vale.

Grande abraço para todos porque hoje estou mais corrida que de costume! Até breve...

"Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com uma outra pessoa, você precisa, em primeiro lugar, não precisar dela.
Percebe também que, aquela pessoa que você ama (ou acha que ama), e que não quer nada com você, definitivamente, não o homem ou a mulher da sua vida.
Você aprende a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem gosta de você.
O segredo é não correr atrás das borboletas...
É cuidar do jardim para que elas venham até você.
No final das contas, você vai achar, não quem você estava procurando, mas quem está procurando por você."
Aliás, sou fã fervorosa do Johnny! Sem sombra de dúvidas, ele é um dos melhores atores que tivemos no meio cinematográfico nos últimos anos. Escolhe seus papéis com desafio e sempre dá um show á parte no quesito interpretação. Dessa vez, o elenco inteiro parece ter sido escolhido com muito cuidado porque Tim Burton também não é um diretor qualquer. Sou fã dele também (deu para perceber que eu estava bem ontem, né?).

Valeu cada centavo, e muito. Ainda mais porque, além dque há décadas vem encantando crianças e adultos com suas obras inigualáveis e recebendo pouquíssimo reconhecimento por ele fora do Japão, realidade que só mudou depois que os Estúdios Disney adquiriram os direitos de comercialização dos longas. De qualquer forma, isso nem importa quando estamos sentados diante das telas, transportados para um mundo de fantasia e que, ao mesmo tempo retrata sutilmente a nossa realidade atual. A única ressalva que faço é quanto à questão da Guerra. De fato, o feiticeiro Howl tem uma batalha pessoal para com a violência gratuita e há um protesto flagrado contra a Guerra e todas as suas motivações (um traço característico das obras de Miyazaki). Contudo, existe também u forte questionamento que é levantado em metáforas ao longo de desenho, que está relacionado com a questão da idade e beleza, conceitos já distorcidos na sociedade como um todo. Sophie, a nossa forte e cativante protagonista, no auge de seus 18 anos, decide que passará a vida inteira fechada numa chapelaria, como eu pai, trabalhando enquanto a vida passa lá fora. Tão jovem, ela opta por viver como uma pessoa idosa e sem perspectivas. Apenas depois de ser enfeitiçada, quando ela de fato passa a sentir o que significa o peso da idade, Sophie se liberta e se permite viver, em todos os aspectos. Ela passa a ousar mais (uma vez que não tem nenhuma perspectiva diante do feitiço), se permite viver um grande amor (o que havia descartado antes) e percebe que a vida é, na verdade, um estado de espírito; que a idade é na maioria das vezes, aquilo que nos impomos.


Tomada de cima do Castelo Flutuante de Howl



Sem sombra de dúvidas, esse é o melhor longa do Miyazaki. Sophie é a melhor personagem feminina que ele já criou, em toda a sua carreira porque, além dos traços de força interior que caracteriza todas as heroínas femininas de suas obras, Sophie cativa e conquista o espectador com sua doçura, algo que não identifiquei com tamanha força em nenhum outro longa antes (mesmo Mimiwo Sumaseba). Por outro lado, Howl é,/i>
(Mário Quintana)

Escrito por Hariel D. Noone às 10h54
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Antes de entrar de fato no post do dia, queria avisar aos amigos da atualização da minha coluna "Entrelinhas", na Revista Fato. Caso queiram participar, basta acessar o link da revista.

Estou gripada novamente... Na verdade, acho que não me curei direito da primeira vez. Então, estou um bagaço hoje! Parece que fui atropelada por um caminhão. :D Só rindo para não chorar...

E é isso. Hoje vou deixar um trecho de uma música muito linda. Não gosto de mais nada da cantora, porém preciso admitir que essa música é de uma inspiração genuína. E, como não poderia deixar de ser, dedico esse momento a todas as pessoas que, de uma forma ou de outra, guardam dentro de si a necessidade de agir em suas vidas, de falar algo importante a alguém querido e, por algum motivo, não puderam... Ou não conseguem. Todos nós já passamos por isso, pois somos humanos. Todos possuímos algo dentro de nossa alma do qual não nos orgulhamos; um instante que poderia ter sido evitado; algo que gostaríamos de fazer diferente; uma palavra de conforto ou um pedido de desculpas que calamos.

Hoje, sem nenhum motivo, estou pensando sobre isso e é fato: trazer tudo isso dentro de nós pesa a caminhad/>
Aliás, sou fã fervorosa do Johnny! Sem sombra de dúvidas, ele é um dos melhores atores que tivemos no meio cinematográfico nos últimos anos. Escolhe seus papéis com desafio e sempre dá um show á parte no quesito interpretação. Dessa vez, o elenco inteiro parece ter sido escolhido com muito cuidado porque Tim Burton também não é um diretor qualquer. Sou fã dele também (deu para perceber que eu estava bem ontem, né?).

Valeu cada centavo, e muito. Ainda mais porque, além dque há décadas vem encantando crianças e adultos com suas obras inigualáveis e recebendo pouquíssimo reconhecimento por ele fora do Japão, realidade que só mudou depois que os Estúdios Disney adquiriram os direitos de comercialização dos longas. De qualquer forma, isso nem importa quando estamos sentados diante das telas, transportados para um mundo de fantasia e que, ao mesmo tempo retrata sutilmente a nossa realidade atual. A única ressalva que faço é quanto à questão da Guerra. De fato, o feiticeiro Howl tem uma batalha pessoal para com a violência gratuita e há um protesto flagrado contra a Guerra e todas as suas motivações (um traço característico das obras de Miyazaki). Contudo, existe também u forte questionamento que é levantado em metáforas ao longo de desenho, que está relacionado com a questão da idade e beleza, conceitos já distorcidos na sociedade como um todo. Sophie, a nossa forte e cativante protagonista, no auge de seus 18 anos, decide que passará a vida inteira fechada numa chapelaria, como eu pai, trabalhando enquanto a vida passa lá fora. Tão jovem, ela opta por viver como uma pessoa idosa e sem perspectivas. Apenas depois de ser enfeitiçada, quando ela de fato passa a sentir o que significa o peso da idade, Sophie se liberta e se permite viver, em todos os aspectos. Ela passa a ousar mais (uma vez que não tem nenhuma perspectiva diante do feitiço), se permite viver um grande amor (o que havia descartado antes) e percebe que a vida é, na verdade, um estado de espírito; que a idade é na maioria das vezes, aquilo que nos impomos.


Tomada de cima do Castelo Flutuante de Howl



Sem sombra de dúvidas, esse é o melhor longa do Miyazaki. Sophie é a melhor personagem feminina que ele já criou, em toda a sua carreira porque, além dos traços de força interior que caracteriza todas as heroínas femininas de suas obras, Sophie cativa e conquista o espectador com sua doçura, algo que não identifiquei com tamanha força em nenhum outro longa antes (mesmo Mimiwo Sumaseba). Por outro lado, Howl é,a...Mas às vezes é inevitável. Então, entanto houver oportunidade, devemos aproveitá-las, não é mesmo? Fica aqui o trecho da música e a vontade de fazer tudo valer a pena.

"Esse pode ser o último dia de nossas vidas
Última chance de fazer tudo ter valido a pena
Diga sempre tudo que precisa dizer
Arrisque mais pra não se arrepender
Nós não temos todo o tempo do mundo
E esse mundo já faz muito tempo
O futuro é o presente, e o presente já passou

Não deixe nada pra depois,
não deixe o tempo passar
Não deixe nada pra semana que vem
Porque semana que vem pode nem chegar."

(Trecho de "Semana que vem", Música de Pitty)


Uma linda semana para todos.

PS: Marcelino! Desculpa a demora... Seu link já está aqui, na parte de "Literatura em Blog". Visitem porque vale a pena, gente! Escrito por Hariel D. Noone às 11h53
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.:: Sobre Mim ::.

Hariel D. Noone
31 anos de idade
Residente em São Paulo
Escritora
(ainda que não em 100% do tempo)



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Minhas Crônicas do Quotidiano





Primeiro Conto Virtual









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Leia o Prólogo aqui!


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Leia o Primeiro Capítulo!


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Os dois personagens principais de
Noite Eterna- Sangue Sobre Cedro,
Lythos e Cedric, foram criados ao som de
The Old Ways, de Loreena McKennitt.

Ouça aqui The Old Ways

Leia a letra original com tradução!





Esses são Nicholas e Davi, personagens de
Xeque-Mate, na cerimônia de formatura
da graduação. Nicholas tinha 20 e Davi 22anos.

Xeque-Mate é especial por ter
sido meu primeiro livro publicado.
Concebi, cada detalhe da personalidade
de Davi ouvindo Black,
do grupo Pearl Jam.

Clique na seta para ouvir Black
Leia a letra original com tradução!


.:: Seção Literatura ::.

"(...)Fiz de mim o que não soube,
E o que podia fazer de mim não o fiz.
O dominó que vesti era errado.
Conheceram-me logo por quem não era
e não desmenti, e perdi-me.
Quando quis tirar a máscara,
Estava pegada à cara.
Quando a tirei e me vi no espelho
Já tinha envelhecido.
Estava bêbado, já ão sabia vestir o dominó
que não tinha tirado.
Deitei fora a máscara e dormi no vestiário
Como um cão tolerado pela gerência
Por ser inofensivo
e vou escrever esta história para
provar que sou sublime.(...)"


(Trecho do poema "Tabacaria", do
heterônimo Álvaro de Campos)



"(...)Bastian refletiu durante muito tempo,
e depois disse:

- É estranho que não possamos desejar
aquilo que queremos. De onde virão os desejos?
E o que será realmente um desejo?

Graograman olhou o rapaz com ar sério,
mas não respondeu.
Alguns dias mais tarde, tiveram outra
conversa muito importante.
Bastian mostrara ao leão a inscrição
no verso da "Jóia".

- O que isso significa? Faça o que quiser.
Deve querer dizer que posso fazer tudo o que
me apetecer, você não acha?, perguntou o garoto.

O rosto de Graogaman pôs-se de repente muito
sério e seus olhos começaram a faiscar.

- Não, disse ele com sua voz retumbante.
Isso quer dizer que você deve fazer sua
Verdadeira Vontade. e nada é mais difícil
do que isso.

- Minha Verdadeira Vontade?, repetiu Bastian,
impressionado. E o que significa isso?

- É o seu segredo mais profundo, que nem
o senhor conhece.

- Então, como poderie descobrí-lo?

- Seguindo o caminho dos desejos, passando
de um para outro até o último,(...) Esse caminho
exige a maior autenticidade e atenção,
porque em nenhum outro é tão fácil
perder-se para sempre."(...)


(Trecho de "A História sem Fim",
de Michael Ende)


"(...)Isto é insuportável, mas está acontecendo.
É como a descrição daquelas execuções bárbaras,
não se podem imaginar os pensamentos ou sentimentos
daquele que é objeto central, guiado para a frente
no meio da multidão, mãos amarradas para que não
possa esconder o rosto. Tudo o que você é pertence
ao mundo ao seu redor, e, todavia, você olha para
a frente como se nada lhe estivesse acontecendo,
nota as nuvens movendo-se rapidamente sobre sua
cabeça pelo sorpo da brisa do mar(...).

- Se você sair daqui - disse o odioso Guido Maffeo,
o moreno que sabia tudo -, para onde irá?

- Eu não deixarei.
- Quer ser expulso!
E nessa hora, quando as chicotadas vierem,
tente pensar sobre a dor em vez de lutar
contra ela, porque não há um só aspeto da vida,
presente, passado ou futuro, que não tente afastar
suas razão de você. então pense na dor. Ela afinal
tem seus limites. Você pode seguir sua passagem
através do corpo. Tem começo, meio e fim.
Imagine se tivesse cor. O primeiro golpe
da chibata seria o quê?(...)

- Ou você canta ou será espulso dessa
escola... Para onde irá?

É isso. Para onde irá você?
Por que você se encarcerou neste palazzo
de câmaras de tortura, porque não deixa
este lugar? Porque você é um monstro e isto
é uma escola para mosntros, e, se a deixar,
estará completamente, completamente sozinho!
Sozinho com isto!

Não chore na frete desses estranhos.
Engula o choro. Não chore na frente desses estranhos!
Chore para o céu, chore para o céu,
chore para o céu.(...)"

(Trecho do livro "Chore para o Céu",
de Anne Rice)



Estou lendo:





Livros Favoritos:


» A Confissão de Lúcio, Mário de Sá Carneiro
» A Dança Imóvel, Manuel Scorza
» A História Sem Fim, Michael Ende
» A Idade da Razão, Jean Paul Sartre
» A Marca de Uma Lágrima, Pedro Bandeira
» A Saga Otori (em Ttês volumes), Liam Hearn
» Antologia Poética, Vinícius de Morais
» Antologia Poética, Cecília Meireles
» Do Amor e Outros Demônios, Gabriel Garcia Marques
» Ensaio Sobre a Cegueira, José Saramago
» Chore para o Céu, Anne Rice
» Entrevista com o Vampiro, Anne Rice
» Hamlet, William Shakespeare
» Ilusões, Richard Bach
» Longe é Um Lugar que Não Existe, Richard Bach
» O Alienista, Machado de Assis
» O Ano da Morte de Ricarod Reis, José Saramago
» O Corvo, Edgar Allan Poe
» O Eu Profundo e os Outros Eus, Fernando Pessoa
» O Jogador, Dostoiévisky
» O Pequeno Príncipe, Saint Exupéry
» Paraíso Perdido, John Milton
» Por um Fio, Dráuzio Varella


.:: Seção Cinema ::.

Último filme que assisti:


.:: Seção Animação ::.



LOVELESS é uma fantástica animação
que mescla temas introspectivos, romance e
fantasia numa história coesa com personagens
bens contruídos e uma trama bem estruturada.
Em Loveless, ao longo de 12 episódios,
acompanhamos o drama de Ritsuka em resgatar
seu passado e, a partir daí, seu próprio ser
numa jornada que compreende amadurecimento,
aceitação e entrega.
Uma das animações mais lindas que já vi.

Ouça Tsuki no Curse,
o tema de abertura.


Letra original com a tradução!





KAIKAN PHRASE conta a história de cinco jovens
que têm um sonho em comum: se tornarem músicos.
Acompanhamos a trajetória de cada um,
todas as barreiras
e dificuldades vencidas, sonhos perdidos e realizados.
Kaikan Phrase nos fala de objetivos, ética e força para
realizar sonhos, além de contar
com uma trilha sonora FANTÁSTICA.
Muito bem conduzido. Assistam!

Ouça Midnight Crow,
uma das canções mais lindas da trilha.


Letra original com a tradução!


.:: Estação do Ano ::.

Inverno


.:: Yashoda e Krishna ::.


"Bahja Sri Krsna Chaytania
Prabhu Nytiananda
Sri Advaita Gadahara
Srivasadi Goura Bakta Vrinda”


"Peço por aqueles
que trazem sentimento na alma.
Abençoados sejam em sua busca.
Que os acalentem na perda e na dor,
E que dê forças para que
multipliquem o amor."
(Bahja Sri Krishna, mantra indiano)


Clique para ouvir o Mantra!
Intérprete: Tomaz Lima


.:: Literatura Virtual ::.



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