Deixa Rolar - UOL Blog

Deixa Rolar




Bom dia a todos...

Hoje, infelizmente, não poderei escrever muito (como tem acontecido por toda a semana). O motivo é somente um: estamos em fase de finalização do meu próximo livro e, além de estar super atrasada com o material, é terrivelmente cansativa essa etapa. Vocês sabem: estou relendo tudo (fazendo uma primeira revisão, para não ir tão ruim para as mãos da Agente), para passar à Renata para que ela possa preparar o original para mim, me devolver o material, para que eu possa aprovar ou não as sugestões. Detesto revisar meu próprio trabalho! Gente... É sofrível para mim! Mas fazer o quê, né? Alguém tem que ir lá e, com certeza, não delegaria isso a mais ninguém porque acredito que eu seja a mais indicada para "passar a faca".

Devido a isso, não estou tendo tempo de escrever como gostaria, ainda mais eu, que adoro blogar! Espero que em desculpem.

Mas nem tudo tem esse tom sombrio. Na quarta-feira fui ver "Van Helsing", finalmente, depois de longo e tenebroso inverno tentando arranjar um espaço na agenda. Ainda não pude atualizar a página mas pretendo fazer isso no final de semana, De qualquer forma, o tom do site não é tão pessoal quanto o daqui, não é? Por conta disso, vou me adiantar, só um pouquinho... Como se eu conseguisse ficar calada muito tempo!

Gostei MUITO de "Van Helsing", de verdade. Acho que porque todo mundo já havia me desmotivado e advertido sobre os "surtos psicóticos" do diretor, sei lá. Então, fui sem esperar nada além do que a própria divulgação do filme prometia: um surto psicótico. Sim, porque ninguém pode dizer que o marketing prometia algo sério e estudos aprofundados sobre mitos, dentre outras coisas. A mistureba de lendas e monstros bizarros já indicava que seria pura doideira. E, se alguém foi no cinema esperando outra coisa é porque deixou a inocência ou esperança falar mais alto, muito louvável mas pouco prático.

Então, dentro do universo maluco que o filme apresenta ao espectador, me surpreendi porque conseguiram criar uma história coerente (apesar de baseada em conceitos duvidosos), com princípio, meio e fim, cujo final surpreende. Vou ser sincera co vocês... O que mais e incomodou desde o começo foi acreditar que o filme terminaria como a maioria dos filmes por aí, cujos protagonistas são grandes heróis dos quadrinhos ou mesmo um assassino a mando da Igreja, tanto faz. Mas não. Se todo o resto foi deplorável, o final veio para salvar. Então, recomendo para quem não viu. Sou suspeita porque adoro o personagem Van Helsing.

Mas chega de escrever porque este deveria ser um post curto. Eu e minha mania de escrever demais! Abaixo segue a segunda parte da Saga que estou escrevendo em capítulos para dividir com vocês a maratona de colocar meu livro no mercado... e que ainda não terminou!

Um grande abraço e obrigado a todos que escreveram para mim. É sempre bom receber comentários e conhecer gente nova.

Hariel.

PS: Só agora resolvi inserir um contador... Coisa de quem não entende nada de html!

A Saga da Publicação
Parte 2 - Contato

Dois meses depois de enviado o primeiro original para a primeira Editora (Edições GLS), ainda no aguardo de qualquer contato, Renata chegou com "A Folha de São Paulo" debaixo do braço num domingo ensolarado.
"Ia na padaria comprar pão e, quando passei na banca, me deu vontade de ver os classificados", foi o comentário dela.
"Está procurando emprego, é?", tornei, meio de brincadeira.
Ela deu de ombros, pegou o dito caderno, folheou rapidamente para, então, dobrá-lo e jogá-lo na minha direção, por sobre a mesa.
Havia um anúncio "Precisa-se de Autores (as)". Dá para acreditar? Olhei para ela, ainda meio espantada e Renata sorriu dizendo que nada acontece por acaso.

Na segunda-feira seguinte, entrei em contato com o Editor deMUITO de "Van Helsing", de verdade. Acho que porque todo mundo já havia me desmotivado e advertido sobre os "surtos psicóticos" do diretor, sei lá. Então, fui sem esperar nada além do que a própria divulgação do filme prometia: um surto psicótico. Sim, porque ninguém pode dizer que o marketing prometia algo sério e estudos aprofundados sobre mitos, dentre outras coisas. A mistureba de lendas e monstros bizarros já indicava que seria pura doideira. E, se alguém foi no cinema esperando outra coisa é porque deixou a inocência ou esperança falar mais alto, muito louvável mas pouco prático.

Então, dentro do universo maluco que o filme apresenta ao espectador, me surpreendi porque conseguiram criar uma história coerente (apesar de baseada em conceitos duvidosos), com princípio, meio e fim, cujo final surpreende. Vou ser sincera co vocês... O que mais e incomodou desde o começo foi acreditar que o filme terminaria como a maioria dos filmes por aí, cujos protagonistas são grandes heróis dos quadrinhos ou mesmo um assassino a mando da Igreja, tanto faz. Mas não. Se todo o resto foi deplorável, o final veio para salvar. Então, recom Aquisições. Conversamos um pouco mas sou péssima para esse tipo de coisa. Fiquei aliviada quando disse que eu tinha uma Agente Literária e ele retrucou dizendo que isso era excelente e que poderia falar com a minha Agente então, se eu preferisse. Muito bom. Em ocasiões desse tipo, fico tão sem jeito que começo a gaguejar, um horror!

O Editor pediu que a Renata enviasse o original com o relatório dela o mais rápido possível. Recebemos também u e-mail informativo sobre a Editora e a disponibilidade de investirem em autores nacionais. Um projeto muito legal, ao meu ver, pois o mercado trás vários autores de fora (alguns deles bem ruins) mas não dá oportunidade de os bons autores nacionais mostrarem seus trabalhos. Esse é apenas mais um motivo que me faz ter bastante orgulho da Alta Life Books. Apesar de ser uma Editora não tão grande e ainda não conhecida no ramo da Literatura (só tinham publicações técnicas e de auto-ajuda até este ano), eles estão dando oportunidade para os autores nacionais. Gosto muito de pensar que faço parte daqueles que foram selecionados e o fato de integrar um projeto como esse faz toda a diferença para mim.

Mas estava falando do contato. Pois então. Depois de aprovado o original, fomos até o escritório do Editor para conversar. Foi quando o conhecemos. Ele é u excelente profissional, além de ter aquele ar cômico que descontrai qualquer um. Inclusive, a melhor parte de tudo iMUITO de "Van Helsing", de verdade. Acho que porque todo mundo já havia me desmotivado e advertido sobre os "surtos psicóticos" do diretor, sei lá. Então, fui sem esperar nada além do que a própria divulgação do filme prometia: um surto psicótico. Sim, porque ninguém pode dizer que o marketing prometia algo sério e estudos aprofundados sobre mitos, dentre outras coisas. A mistureba de lendas e monstros bizarros já indicava que seria pura doideira. E, se alguém foi no cinema esperando outra coisa é porque deixou a inocência ou esperança falar mais alto, muito louvável mas pouco prático.

Então, dentro do universo maluco que o filme apresenta ao espectador, me surpreendi porque conseguiram criar uma história coerente (apesar de baseada em conceitos duvidosos), com princípio, meio e fim, cujo final surpreende. Vou ser sincera co vocês... O que mais e incomodou desde o começo foi acreditar que o filme terminaria como a maioria dos filmes por aí, cujos protagonistas são grandes heróis dos quadrinhos ou mesmo um assassino a mando da Igreja, tanto faz. Mas não. Se todo o resto foi deplorável, o final veio para salvar. Então, recomsso além de ter o meu trabalho publicado e o trabalho da Renata reconhecido, foi conhecer e trabalhar com o meu Editor porque ele é do tipo que faz o que se propõe e corre atrás para que os outros façam também.

Nessa primeira conversa, falamos sobre os termos do trabalho, como seria o processo de publicação e quais etapas teríamos que cumprir, dentro outros detalhes, igualmente importante sobre contrato, pagamento, tiragem de exemplares, divulgação e distribuição, essas coisas. Foi uma experiência nova e apavorante para mim. Imaginem que, de repente (não tão de repente assim mas levamos algum tempo para ¿cair a ficha¿, né?), estávamos lá, paradas na esquina para pegar um táxi de volta, e me dei conta de que o meu sonho não apenas era real como estava acontecendo ali, naquele instante. Tento explicar essa sensação para s pessoas mas não consigo nunca expressar o que significa para mim, o que significará cada livro que sair das minhas mãos para cair no mundo. Igualmente é impossível descrever o que senti ao me dar conta de que minha obra seria publicada e eu, não apenas era uma escritora (agora no sentido mais que real da coisa) como acabara de tomar uma das bifurcações da estrada, da qual não poderia ou desejaria voltar atrás, nunca...

Sonhar e realizar sonhos trás muita responsabilidade, Não é algo fácil, acreditem em mim. Principalmente nesse mundo corrido, desesperado e competitivo, em que todos pMUITO de "Van Helsing", de verdade. Acho que porque todo mundo já havia me desmotivado e advertido sobre os "surtos psicóticos" do diretor, sei lá. Então, fui sem esperar nada além do que a própria divulgação do filme prometia: um surto psicótico. Sim, porque ninguém pode dizer que o marketing prometia algo sério e estudos aprofundados sobre mitos, dentre outras coisas. A mistureba de lendas e monstros bizarros já indicava que seria pura doideira. E, se alguém foi no cinema esperando outra coisa é porque deixou a inocência ou esperança falar mais alto, muito louvável mas pouco prático.

Então, dentro do universo maluco que o filme apresenta ao espectador, me surpreendi porque conseguiram criar uma história coerente (apesar de baseada em conceitos duvidosos), com princípio, meio e fim, cujo final surpreende. Vou ser sincera co vocês... O que mais e incomodou desde o começo foi acreditar que o filme terminaria como a maioria dos filmes por aí, cujos protagonistas são grandes heróis dos quadrinhos ou mesmo um assassino a mando da Igreja, tanto faz. Mas não. Se todo o resto foi deplorável, o final veio para salvar. Então, recom Escrito por Hariel D. Noone às 10h03
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Eu amo escrever. De coração, devem imaginar, né? Mas revisar o meu próprio texto... Acho isso um saco mas é necessário porque existem coisa que ninguém mais pode fazer além de nós, autores. Cortar o que é desnecessário é uma delas. Quer dizer, pelo menos eu gosto de cortar meu próprio texto antes que alguém mais o faça.

Sendo assim, estamos, eu e Renata (minha Agente), nessa fase de preparação de original que é meio sacal. Estou meio que "empacada" no capítulo seis, metade do livro, não por falta de inspiração ou coisa do gênero porque essa etapa, principalmente, MUITO de "Van Helsing", de verdade. Acho que porque todo mundo já havia me desmotivado e advertido sobre os "surtos psicóticos" do diretor, sei lá. Então, fui sem esperar nada além do que a própria divulgação do filme prometia: um surto psicótico. Sim, porque ninguém pode dizer que o marketing prometia algo sério e estudos aprofundados sobre mitos, dentre outras coisas. A mistureba de lendas e monstros bizarros já indicava que seria pura doideira. E, se alguém foi no cinema esperando outra coisa é porque deixou a inocência ou esperança falar mais alto, muito louvável mas pouco prático.

Então, dentro do universo maluco que o filme apresenta ao espectador, me surpreendi porque conseguiram criar uma história coerente (apesar de baseada em conceitos duvidosos), com princípio, meio e fim, cujo final surpreende. Vou ser sincera co vocês... O que mais e incomodou desde o começo foi acreditar que o filme terminaria como a maioria dos filmes por aí, cujos protagonistas são grandes heróis dos quadrinhos ou mesmo um assassino a mando da Igreja, tanto faz. Mas não. Se todo o resto foi deplorável, o final veio para salvar. Então, recomnão tem nada de inspirador, salvo algumas poucas exceções. É técnica mesmo! Meu problema é tempo hábil. Hoje, por exemplo, tive que me dividir entre o trabalho e uma faxininha básica no banheiro e na cozinha (coisas indispensáveis).

Bom, não vou me alongar porque o tempo urge e tenho ainda muito a fazer com o novo livro. Por outro lado, nunca me esqueço de uma promessa e prometi no post anterior contar a história que foi lançar meu primeiro livro. Devem imaginar que o caminho é longo... bem longo. Por conta disso a história mostra-se um tanto comprida para um único post. Vou dividi-las em partes. Um grande abraço par todos.

Hariel.


A Saga da Publicação
Parte 1 - Escrever

Comecei a escrever Xeque-Mate ainda na faculdade, unido uma idéia formidável que uma amiga havia me dado e a observação de um casal e colegas. Na época, fazia parte de um grupo de escritoras e desenhistas e tínhamos um projeto para fazer uma revista em quadrinhos. Daí, Xeque-Mate foi inteiro escrito como roteiro para quadrinhos, estruturado em diálogos e quase sem narrativa. Os personagens eram planos, não havia tempo para aprofundar suas questôes psicológicas e nem aqueles que estão em tono deles. Claro que, para adaptar meu texto ao quadrinho, tive que cortas MUITAS partes, o que me deixou um pouco chateada na época porque, apesar de fazer sentido, fio necessário ¿matar¿MUITO de "Van Helsing", de verdade. Acho que porque todo mundo já havia me desmotivado e advertido sobre os "surtos psicóticos" do diretor, sei lá. Então, fui sem esperar nada além do que a própria divulgação do filme prometia: um surto psicótico. Sim, porque ninguém pode dizer que o marketing prometia algo sério e estudos aprofundados sobre mitos, dentre outras coisas. A mistureba de lendas e monstros bizarros já indicava que seria pura doideira. E, se alguém foi no cinema esperando outra coisa é porque deixou a inocência ou esperança falar mais alto, muito louvável mas pouco prático.

Então, dentro do universo maluco que o filme apresenta ao espectador, me surpreendi porque conseguiram criar uma história coerente (apesar de baseada em conceitos duvidosos), com princípio, meio e fim, cujo final surpreende. Vou ser sincera co vocês... O que mais e incomodou desde o começo foi acreditar que o filme terminaria como a maioria dos filmes por aí, cujos protagonistas são grandes heróis dos quadrinhos ou mesmo um assassino a mando da Igreja, tanto faz. Mas não. Se todo o resto foi deplorável, o final veio para salvar. Então, recom o enredo para conseguir um número de páginas viável. Preciso salientar ainda que tudo isso corria em paralelo com a minha faculdade e que a segunda sempre tinha prioridade.

Foi em 1999 que tomei a decisão de não mais fazer roteiro para quadrinhos e arriscar a carreira de escritora, o meu sonho desde o começo. Falei com as minhas amigas e saí do grupo. Na época, uma das desenhistas já havia desenhado cerca de quatro capítulos de Xeque-Mate, capítulos esses que estão guardados comigo até hoje, como lembrança daquela época boa. Porém, eu expliquei minha situação, principalmente para a editora-chefe da revista (uma amiga muito querida até hoje!) e disse que queria Xeque-Mate publicado como livro, na prateleira de alguma livraria. Todas elas me apoiaram e, desde aquele instante, eu soube que tentaria, de uma forma ou de outra, até conseguir.

Mais ou menos nessa época, conheci a Renata. Na época eu morava no Rio e ela em São Paulo mas nos encontrávamos co certa freqüência e nos conhecemos através de m grupo de escritoras (só que esse grupo não fazia roteiros para quadrinhos mas histórias alternativas para personagens que já existem e dos quais são fãs). Renata tinha uma história própria e sempre teve MUITO senso crítico. Dei Xeque-Mate para ela ler e disse que queria mandar o original para uma editora.

Foi quando ela me disse que a história era ótima mas, se eu quisesse apresenMUITO de "Van Helsing", de verdade. Acho que porque todo mundo já havia me desmotivado e advertido sobre os "surtos psicóticos" do diretor, sei lá. Então, fui sem esperar nada além do que a própria divulgação do filme prometia: um surto psicótico. Sim, porque ninguém pode dizer que o marketing prometia algo sério e estudos aprofundados sobre mitos, dentre outras coisas. A mistureba de lendas e monstros bizarros já indicava que seria pura doideira. E, se alguém foi no cinema esperando outra coisa é porque deixou a inocência ou esperança falar mais alto, muito louvável mas pouco prático.

Então, dentro do universo maluco que o filme apresenta ao espectador, me surpreendi porque conseguiram criar uma história coerente (apesar de baseada em conceitos duvidosos), com princípio, meio e fim, cujo final surpreende. Vou ser sincera co vocês... O que mais e incomodou desde o começo foi acreditar que o filme terminaria como a maioria dos filmes por aí, cujos protagonistas são grandes heróis dos quadrinhos ou mesmo um assassino a mando da Igreja, tanto faz. Mas não. Se todo o resto foi deplorável, o final veio para salvar. Então, recomtar para uma editora como romance, teria que reescrever porque a linguagem e o desenvolvimento do eixo narrativo estavam comprometidos e pouco desenvolvidos. Comecei o árduo trabalho de tornar Xeque-Mate um romance de verdade. Reescrever algo é muito mais difícil do que criar, acreditem, e levamos muito mais tempo do que o esperado lapidando, acertando e aparando as arestas porque, quando você reescreve algo, aproveitando alguns pontos antigos, o trabalho torna-se muito mais minucioso. Linguagem nova e antiga se confundem e confrontam, de maneira que precisamos harmonizar o texto para que o resultado final seja, no mínimo, aceitável.

Esse processo iniciou em 2001, precisamente depois que me formei. Terminamos de acertar o texto em meados de 2003. Eu mal esperava para ver aquele original sair da minha mão, sabem? Não que rejeite o livro, muito ao contrário. Como poderia se é cria minha? Algo que fiz e pelo qual lutei? A sensação era a de estagnação. O texto estava pronto mas nada aconteceria se não arranjasse um jeito de entregá-lo a editores e eu queria finalizar de uma vez com a minha etapa do processo: escrever e dar a cara para bater.

Quando Renata enviou algumas cópias do original, fiquei mais tranqüila. Meu trabalho tinha finalmente terminado, a obra estava pronta e, agora, seria esperar pelas respostas, positivas ou não. Foi aí que me enganei porque, de repente, me dei conta de que o mMUITO de "Van Helsing", de verdade. Acho que porque todo mundo já havia me desmotivado e advertido sobre os "surtos psicóticos" do diretor, sei lá. Então, fui sem esperar nada além do que a própria divulgação do filme prometia: um surto psicótico. Sim, porque ninguém pode dizer que o marketing prometia algo sério e estudos aprofundados sobre mitos, dentre outras coisas. A mistureba de lendas e monstros bizarros já indicava que seria pura doideira. E, se alguém foi no cinema esperando outra coisa é porque deixou a inocência ou esperança falar mais alto, muito louvável mas pouco prático.

Então, dentro do universo maluco que o filme apresenta ao espectador, me surpreendi porque conseguiram criar uma história coerente (apesar de baseada em conceitos duvidosos), com princípio, meio e fim, cujo final surpreende. Vou ser sincera co vocês... O que mais e incomodou desde o começo foi acreditar que o filme terminaria como a maioria dos filmes por aí, cujos protagonistas são grandes heróis dos quadrinhos ou mesmo um assassino a mando da Igreja, tanto faz. Mas não. Se todo o resto foi deplorável, o final veio para salvar. Então, recom Escrito por Hariel D. Noone às 15h46
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Boa tarde...

Finalmente, depois de muito tempo em conflito, resolvi fazer essa sessão como eu gostaria, assim, como um Blog mesmo. Gosto da sensação de escrever para as pessoas, receber comentários, partilhar um pouco. Acho que a maioria das pessoas gosta, não? Por isso os Blogs deram tão certo... Como os Flogs, depois do advento da máquina fotográfica digital.

Ainda estou trabalhando, nesse exato momento. Parei para escrever porque mal podia esperar para postar algo novo aqui, coisa de escritor(a)!! Acabei a revisão inicial do terceiro capítulo do meu próximo livro e preciso terminar com certa urgência para que a minha Agente possa pegar o material e preparar o original. O miolo tem que estar pronto até o final de maio, prazo que estipulei para o editor de aquisição!

Tá certo... eu poderia ter dado um prazo maior, como minha irmã me disse. Só que eu lá ia imaginar que esse negócio de Bienal ia dar tanto trabalho?! Achei que seria assim: super tranqüilo. Na verdade, achei que a parte mais difícil de se editar um livro fosse o ato de escrever/criar e encontrar uma editora que estivesse interessada no meu trabalho. Essa parte fMUITO de "Van Helsing", de verdade. Acho que porque todo mundo já havia me desmotivado e advertido sobre os "surtos psicóticos" do diretor, sei lá. Então, fui sem esperar nada além do que a própria divulgação do filme prometia: um surto psicótico. Sim, porque ninguém pode dizer que o marketing prometia algo sério e estudos aprofundados sobre mitos, dentre outras coisas. A mistureba de lendas e monstros bizarros já indicava que seria pura doideira. E, se alguém foi no cinema esperando outra coisa é porque deixou a inocência ou esperança falar mais alto, muito louvável mas pouco prático.

Então, dentro do universo maluco que o filme apresenta ao espectador, me surpreendi porque conseguiram criar uma história coerente (apesar de baseada em conceitos duvidosos), com princípio, meio e fim, cujo final surpreende. Vou ser sincera co vocês... O que mais e incomodou desde o começo foi acreditar que o filme terminaria como a maioria dos filmes por aí, cujos protagonistas são grandes heróis dos quadrinhos ou mesmo um assassino a mando da Igreja, tanto faz. Mas não. Se todo o resto foi deplorável, o final veio para salvar. Então, recomoi trabalhosa e bem árdua, mas nunca perdi a esperança, por isso também acho que consegui essa conquista.... Sem querer, em nenhum momento, menosprezar o excelente trabalho da Renata porque, Agente como a minha, poucos têm... com certeza!

Mas acho que nunca fiquei tão estressada quanto durante o processo de revisão e aprovação dos capítulos e da capa. Foi um transtorno... acho que porque a equipe estava muito sobrecarregada com a Bienal (pelo menos foi o que me disseram e à Renata). Mesmo assim, o resultado final está longe do que esperávamos. A capa não ficou muito boa, apesar de ter sido feita por uma excelente designer. O Layout é lindo mas a foto foi arbitrada pelo editor e não tem harmonia nenhuma com o conjunto, apesar de não ser de todo ruim (como eu disse, o layout está maravilhoso). Fora alguns erros do miolo e diagramação...

Bom, mas este é o primeiro post de uma série, narrando todo o meu percalço até aqui. A partir do próximo, contarei desde o começo como foi batalhar por este sonho e conquistá-lo. A história é interessante e não quero me adiantar, começando pelo meio. Então peço desculpa a todos vocês e prometo atualizar o mais rápido possível! Espero que seja tão legal para vocês quanto o é para mim!

Sorte no que estiverem fazendo.

PS: Quem desejar saber mais sobre Xeque-Mate (o livro em questão), basta acessar o meu site. O link está logo aí, abaixo doMUITO de "Van Helsing", de verdade. Acho que porque todo mundo já havia me desmotivado e advertido sobre os "surtos psicóticos" do diretor, sei lá. Então, fui sem esperar nada além do que a própria divulgação do filme prometia: um surto psicótico. Sim, porque ninguém pode dizer que o marketing prometia algo sério e estudos aprofundados sobre mitos, dentre outras coisas. A mistureba de lendas e monstros bizarros já indicava que seria pura doideira. E, se alguém foi no cinema esperando outra coisa é porque deixou a inocência ou esperança falar mais alto, muito louvável mas pouco prático.

Então, dentro do universo maluco que o filme apresenta ao espectador, me surpreendi porque conseguiram criar uma história coerente (apesar de baseada em conceitos duvidosos), com princípio, meio e fim, cujo final surpreende. Vou ser sincera co vocês... O que mais e incomodou desde o começo foi acreditar que o filme terminaria como a maioria dos filmes por aí, cujos protagonistas são grandes heróis dos quadrinhos ou mesmo um assassino a mando da Igreja, tanto faz. Mas não. Se todo o resto foi deplorável, o final veio para salvar. Então, recom Perfil. Lá vocês poderão encontrar também outras informações, comentários sobre cinema, literatura, teatro... uma infinidade de coisas.

Bom, acho que é isso. Acho melhor eu ir logo ou começo a escrever novamente. Até a próxima.
Escrito por Hariel D. Noone às 16h29
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21 de Abril, Feriado de Bienal...

Eu e minha Agente fomos na Bienal neste feriado do dia 21/04. Acho que nunca vi tanta gente aglomerada, com exceção do show do Bom Jovi na Praça da Apoteose, quando eu tinha uns 18 anos...

Para começar, meu trajeto até a feira teve um quê funesto-irônico de Dante, somado à tragédia Shakespereana. Deixei minha mãe no aeroporto de Congonhas e, daí para frente, levei quase uma hora e meia entre chegar na estação de metrô Jabaquara e embarcar no ônibus gratuito. Havia marcado com a minha Agente às 16:30... nem em sonho!

Então, quando tudo estava até correndo bem, apesar do ônibus lotado e das pessoas amassadas lá dentro, paramos num congestionamento monstro nas vias de acesso do Centro de Exposição. Tudo bem, faz parte... O que não fazia parte do pacote foi a chuva torrencial que despencou exatamente nesse momento.

O resultado: levamos quarenta e cinco minutos para fazer um trajeto que, normalmente, levaria apenas cinco, dez no máximo.
MUITO de "Van Helsing", de verdade. Acho que porque todo mundo já havia me desmotivado e advertido sobre os "surtos psicóticos" do diretor, sei lá. Então, fui sem esperar nada além do que a própria divulgação do filme prometia: um surto psicótico. Sim, porque ninguém pode dizer que o marketing prometia algo sério e estudos aprofundados sobre mitos, dentre outras coisas. A mistureba de lendas e monstros bizarros já indicava que seria pura doideira. E, se alguém foi no cinema esperando outra coisa é porque deixou a inocência ou esperança falar mais alto, muito louvável mas pouco prático.

Então, dentro do universo maluco que o filme apresenta ao espectador, me surpreendi porque conseguiram criar uma história coerente (apesar de baseada em conceitos duvidosos), com princípio, meio e fim, cujo final surpreende. Vou ser sincera co vocês... O que mais e incomodou desde o começo foi acreditar que o filme terminaria como a maioria dos filmes por aí, cujos protagonistas são grandes heróis dos quadrinhos ou mesmo um assassino a mando da Igreja, tanto faz. Mas não. Se todo o resto foi deplorável, o final veio para salvar. Então, recom
Tenho que admitir que sou paciente mas aglomeração de gente me tira do eixo. Cheguei à entrada me roendo de nervoso, um monte de gente espalhada, sentada no chão... Vejam bem, não tenho nada contra sentar no chão, muito ao contrário. Depois de andar bastante, aderi à moda e me larguei lá, num canto daqueles, comendo pipoca, e fiquei. Não tem coisa melhor do que sentar quando estamos cansados. Acho que beber água quando estamos com sede, talvez.

Enfim, achei minha Agente e fomos dar uma volta na feira. Daí vem a melhor parte porque vimos muitos lançamentos interessantes. Dentre eles Sagrado, de Dennis Lehane (o mesmo autor de Sobre Meninos e Lobos); As Heroínas saem do Armário, de Lúcia Facco; e Os Lados do Círculo, de Amílcar Bettega Barbosa. Em breve estarão comentados na sessão de Literatura.

Muita gente que eu conheço não acha Bienal do Livro grande coisa. Por alguns fatores pode ser mesmo considerado um grande transtorno ir em eventos assim. Mas eu não consigo ficar de fora! Sempre adorei Bienais, fui em todas que pude (no Rio e aqui em São Paulo) e tenho dentro de mim essa sensação deliciosa de que é mágico entrar ali e passear por entre os estandes, parar em cada prateleira sem pressa, ler cada contra-capa, orelha e ficha catalográfica. Em verdade, tenho o costume de fazer isso sempre, mesmo quando não tem evento, porque freqüento livrarias com assiduidade. Mas a Bienal é diferente... Não sei explicar.

No sábado (24/04) vamos novamente e já estou me preparando para mais um ¿inferninho¿ porque o último final de semana é sempre mais cheio. Mas tenho algumas pequenas esperanças e, se não for até lá comprovar, ficarei eternamente com isso a me remoer: quero saber se o meu livro vai estar lá finalmente, mesmo depois de todo o problema com a gráfica, e gostaria muito de conhecer a Laura Bacellar pessoalmente, ainda mais depois da apresentação maravilhosa que ela fez para Xeque-Mate. Sempre admirei a Laura, desde que conheci seu trabalho como editora da GLS. Agora, tenho apenas mais um motivo dentre muitos. Escrito por Hariel D. Noone às 15h49
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.:: Sobre Mim ::.

Hariel D. Noone
31 anos de idade
Residente em São Paulo
Escritora
(ainda que não em 100% do tempo)



Minha Homepage





Minhas Crônicas do Quotidiano





Primeiro Conto Virtual









Candy Bar - Faça suas Dolls!

.:: Meu Humor ::.


.:: Obras Publicadas ::.



Leia o Prólogo aqui!


Onde Comprar:
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» Editora Alta Books
» Livraria Cultura






Leia o Primeiro Capítulo!


Onde Comprar:
» Editora Alta Books
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» Livraria Saraiva
» Fnac


.:: Personagens ::.



Os dois personagens principais de
Noite Eterna- Sangue Sobre Cedro,
Lythos e Cedric, foram criados ao som de
The Old Ways, de Loreena McKennitt.

Ouça aqui The Old Ways

Leia a letra original com tradução!





Esses são Nicholas e Davi, personagens de
Xeque-Mate, na cerimônia de formatura
da graduação. Nicholas tinha 20 e Davi 22anos.

Xeque-Mate é especial por ter
sido meu primeiro livro publicado.
Concebi, cada detalhe da personalidade
de Davi ouvindo Black,
do grupo Pearl Jam.

Clique na seta para ouvir Black
Leia a letra original com tradução!


.:: Seção Literatura ::.

"(...)Fiz de mim o que não soube,
E o que podia fazer de mim não o fiz.
O dominó que vesti era errado.
Conheceram-me logo por quem não era
e não desmenti, e perdi-me.
Quando quis tirar a máscara,
Estava pegada à cara.
Quando a tirei e me vi no espelho
Já tinha envelhecido.
Estava bêbado, já ão sabia vestir o dominó
que não tinha tirado.
Deitei fora a máscara e dormi no vestiário
Como um cão tolerado pela gerência
Por ser inofensivo
e vou escrever esta história para
provar que sou sublime.(...)"


(Trecho do poema "Tabacaria", do
heterônimo Álvaro de Campos)



"(...)Bastian refletiu durante muito tempo,
e depois disse:

- É estranho que não possamos desejar
aquilo que queremos. De onde virão os desejos?
E o que será realmente um desejo?

Graograman olhou o rapaz com ar sério,
mas não respondeu.
Alguns dias mais tarde, tiveram outra
conversa muito importante.
Bastian mostrara ao leão a inscrição
no verso da "Jóia".

- O que isso significa? Faça o que quiser.
Deve querer dizer que posso fazer tudo o que
me apetecer, você não acha?, perguntou o garoto.

O rosto de Graogaman pôs-se de repente muito
sério e seus olhos começaram a faiscar.

- Não, disse ele com sua voz retumbante.
Isso quer dizer que você deve fazer sua
Verdadeira Vontade. e nada é mais difícil
do que isso.

- Minha Verdadeira Vontade?, repetiu Bastian,
impressionado. E o que significa isso?

- É o seu segredo mais profundo, que nem
o senhor conhece.

- Então, como poderie descobrí-lo?

- Seguindo o caminho dos desejos, passando
de um para outro até o último,(...) Esse caminho
exige a maior autenticidade e atenção,
porque em nenhum outro é tão fácil
perder-se para sempre."(...)


(Trecho de "A História sem Fim",
de Michael Ende)


"(...)Isto é insuportável, mas está acontecendo.
É como a descrição daquelas execuções bárbaras,
não se podem imaginar os pensamentos ou sentimentos
daquele que é objeto central, guiado para a frente
no meio da multidão, mãos amarradas para que não
possa esconder o rosto. Tudo o que você é pertence
ao mundo ao seu redor, e, todavia, você olha para
a frente como se nada lhe estivesse acontecendo,
nota as nuvens movendo-se rapidamente sobre sua
cabeça pelo sorpo da brisa do mar(...).

- Se você sair daqui - disse o odioso Guido Maffeo,
o moreno que sabia tudo -, para onde irá?

- Eu não deixarei.
- Quer ser expulso!
E nessa hora, quando as chicotadas vierem,
tente pensar sobre a dor em vez de lutar
contra ela, porque não há um só aspeto da vida,
presente, passado ou futuro, que não tente afastar
suas razão de você. então pense na dor. Ela afinal
tem seus limites. Você pode seguir sua passagem
através do corpo. Tem começo, meio e fim.
Imagine se tivesse cor. O primeiro golpe
da chibata seria o quê?(...)

- Ou você canta ou será espulso dessa
escola... Para onde irá?

É isso. Para onde irá você?
Por que você se encarcerou neste palazzo
de câmaras de tortura, porque não deixa
este lugar? Porque você é um monstro e isto
é uma escola para mosntros, e, se a deixar,
estará completamente, completamente sozinho!
Sozinho com isto!

Não chore na frete desses estranhos.
Engula o choro. Não chore na frente desses estranhos!
Chore para o céu, chore para o céu,
chore para o céu.(...)"

(Trecho do livro "Chore para o Céu",
de Anne Rice)



Estou lendo:





Livros Favoritos:


» A Confissão de Lúcio, Mário de Sá Carneiro
» A Dança Imóvel, Manuel Scorza
» A História Sem Fim, Michael Ende
» A Idade da Razão, Jean Paul Sartre
» A Marca de Uma Lágrima, Pedro Bandeira
» A Saga Otori (em Ttês volumes), Liam Hearn
» Antologia Poética, Vinícius de Morais
» Antologia Poética, Cecília Meireles
» Do Amor e Outros Demônios, Gabriel Garcia Marques
» Ensaio Sobre a Cegueira, José Saramago
» Chore para o Céu, Anne Rice
» Entrevista com o Vampiro, Anne Rice
» Hamlet, William Shakespeare
» Ilusões, Richard Bach
» Longe é Um Lugar que Não Existe, Richard Bach
» O Alienista, Machado de Assis
» O Ano da Morte de Ricarod Reis, José Saramago
» O Corvo, Edgar Allan Poe
» O Eu Profundo e os Outros Eus, Fernando Pessoa
» O Jogador, Dostoiévisky
» O Pequeno Príncipe, Saint Exupéry
» Paraíso Perdido, John Milton
» Por um Fio, Dráuzio Varella


.:: Seção Cinema ::.

Último filme que assisti:


.:: Seção Animação ::.



LOVELESS é uma fantástica animação
que mescla temas introspectivos, romance e
fantasia numa história coesa com personagens
bens contruídos e uma trama bem estruturada.
Em Loveless, ao longo de 12 episódios,
acompanhamos o drama de Ritsuka em resgatar
seu passado e, a partir daí, seu próprio ser
numa jornada que compreende amadurecimento,
aceitação e entrega.
Uma das animações mais lindas que já vi.

Ouça Tsuki no Curse,
o tema de abertura.


Letra original com a tradução!





KAIKAN PHRASE conta a história de cinco jovens
que têm um sonho em comum: se tornarem músicos.
Acompanhamos a trajetória de cada um,
todas as barreiras
e dificuldades vencidas, sonhos perdidos e realizados.
Kaikan Phrase nos fala de objetivos, ética e força para
realizar sonhos, além de contar
com uma trilha sonora FANTÁSTICA.
Muito bem conduzido. Assistam!

Ouça Midnight Crow,
uma das canções mais lindas da trilha.


Letra original com a tradução!


.:: Estação do Ano ::.

Inverno


.:: Yashoda e Krishna ::.


"Bahja Sri Krsna Chaytania
Prabhu Nytiananda
Sri Advaita Gadahara
Srivasadi Goura Bakta Vrinda”


"Peço por aqueles
que trazem sentimento na alma.
Abençoados sejam em sua busca.
Que os acalentem na perda e na dor,
E que dê forças para que
multipliquem o amor."
(Bahja Sri Krishna, mantra indiano)


Clique para ouvir o Mantra!
Intérprete: Tomaz Lima


.:: Literatura Virtual ::.



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